Estejam a vontade, obrigada por estarem visitando o Blog, espero que gostem pois é sobre Beatles e Paul McCartney, Beatles juntos e carreira solo, sejam bem vindos todos que realmente amam Beatles e Paul McCartney, participem fazendo seus comentários. Por favor por gentileza não comentem nada que possa denegrir a imagem dos Beatles e Paul, só se tiver certeza da veracidade do que comenta, do contrário por favor não o faça é proibido, se houver esse tipo de comentário será excluído, obrigada.
segunda-feira, 9 de janeiro de 2017
sábado, 7 de janeiro de 2017
quarta-feira, 4 de janeiro de 2017
NOTICIAS BEATLES - PAUL McCARTNEY

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY
Paul McCartney e The Killers tocando em festa de milionário no Réveillon.
Se alguém teve uma festa animada na virada de 2016 para 2017, essa pessoa foi o milionário russo Roman Abramovich. O magnata e dono do Chelsea, clube da Premier League, primeira divisão de futebol na Inglaterra, conseguiu a proeza de ter Paul McCartney e The Killers tocando juntos em sua mansão, situada em St. Barth.
A banda de Las Vegas havia sido contratada para fazer um show durante o evento, mas ninguém contava que o eterno beatle fosse aparecer de surpresa e fazer uma improvável, porém marcante apresentação. Quem se deu bem foi o público, que pôde conferir uma versão ao vivo de “Helter Skelter”.
Fonte: Tracklist – Via e-mail.
Por Marina Sanches – @sancmarina.
quarta-feira, 28 de dezembro de 2016
“Woman Is The Nigger Of The World”

“Woman Is The Nigger Of The World”
Canção escrita por John e Yoko Ono do álbum de 1972 “Some Time in New York City”. Lançado como um single nos Estados Unidos, a canção provocou controvérsia na época devido ao seu título e assunto.
A frase “a mulher é o negro do mundo” foi falado por Yoko Ono em entrevista em 1969 e foi citado na capa da revista. A canção descreve a subserviência das mulheres aos homens e masculino chauvinismo em todas as culturas.
Em uma entrevista de 1972, relativa The Dick Cavett Show, John Lennon afirmou que revolucionário irlandês James Connolly foi uma inspiração para a canção. John citou a declaração de Connolly de que “a trabalhadora é a escrava do escravo” ao explicar a inspiração feminista por trás da canção.
Devido ao seu uso de um epíteto racial ofensivo e o que foi percebido como uma comparação inadequada dos direitos das mulheres com a opressão dos afro-americanos, a maioria das estações de rádio dos EUA declinou jogar o registro. Foi lançada nos EUA em 24 de abril de 1972 e chegou ao número 57 na Billboard. A canção também alcançou o número 93 na Cash Box Top 100.
A Organização Nacional para as Mulheres premiou John e Yoko Ono com uma “imagem positiva da mulher” citação para “forte declaração pró-feminista” da canção, em agosto de 1972.
Por Marina Sanches – @sancmarina.
Fonte: S.S.
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